Crónicas de Allaryia


Como não é só lá fora que se escrevem bons livros, vim hoje divulgar a obra de um escritor português: As Crónicas de Allaryia por Filipe Faria. Esta obra renova o género de High Fantasy, e é sem dúvida algo que os seus fãs vão querer adicionar à sua colecção, ficando bem numa estante ao lado de títulos de renome como Senhor dos Anéis, Eragon,  Brumas de Avalon, etc…

As Crónicas de Allaryia introduz um novo mundo, novas raças, mas o mais importante é que introduz uma nova história com personagens capazes de nos surpreender… enfim uma grande aventura.

A narrativa desta saga vai ser contada em 7 livros (previsão do autor), dos quais já foram publicados 6 até à data:

  1. A Manopla de Karasthan (Abril de 2002)
  2. Os Filhos do Flagelo ( Dezembro de 2002)
  3. Marés Negras (Dezembro de 2003)
  4. A Essência da Lâmina (Maio de 2005)
  5. Vagas de Fogo (Abril de 2007)
  6. O Fado da Sombra (Maio de 2009)

Para vos informar melhor sobre a história e o universo de Allaryia, e para vos despertar o bichinho da leitura, ficam aqui as sinopses dos livros já publicados:

Na imensidão cósmica existe um mundo, Allaryia, de grandes heróis e vilões infames, de seres de uma beleza indescritível e criaturas maléficas de uma fealdade atroz, nações poderosas e impérios tirânicos. Depois de muitas eras que alternaram entre a paz e a discórdia, encontramos neste primeiro volume das Crónicas de Allaryia, um tempo de aparente tranquilidade, de uma calma inquietante, semelhante ao silêncio que antecede a tempestade. Algures, numa câmara escura, subterrânea, algo se move, tentando libertar-se de anos de cativeiro, algo monstruoso, inumano, sedento de sangue e dor. O povo de Allaryia perdeu o seu campeão – Aezrel Thoryn, provavelmente morto numa batalha contra o Flagelo, a força das trevas, em Asmodeon – e mais do que nunca precisa de protecção. Aewyre Thoryn, o filho mais novo do saudoso rei, pega em Ancalach, a espada do seu pai, decide descobrir o que realmente lhe aconteceu e parte a caminho de Asmodeon. O que o jovem guerreiro não podia prever era que a sua demanda pessoal se iria transformar, í medida que os encontros se vão sucedendo, na demanda de um grupo particularmente singular, que reunirá a mais estranha e inesperada mistura de seres – Allumno, um mago, Lhiannah, a bela princesa arinnir, Worick, um thuragar, Quenestil, um eahan, Babaki, um antroleo, Taislin, um burrik, Slayra, uma eahanna negra e o próprio Aewyre. O ritmo a que se sucedem as aventuras é absolutamente alucinante, a cada passo surgem perigos mais tenebrosos, seres aterradores que esperam, ocultos nas sombras, o melhor momento para atacar e roubar a tão desejada Ancalach… Mas os laços de amizade que unem o grupo estão cada vez mais fortes e, juntos, sentem-se capazes de enfrentar qualquer inimigo.

Aewrye e os seus companheiros tentam chegar a Asmodeon e descobrir o mistério do desaparecimento de Aezrel Thoryn, mas muitos obstáculos têm de enfrentar. Separados, os companheiros têm de sobreviver ís provações que se lhes depararão: Quenestil e Babaki partiram em busca de Slayra e dos seus captores e o resto do grupo que segue para as inóspitas estepes de Karatai em perseguição de Kror, o enigmático drahreg que partilha com o jovem Thoryn a Essência da Lâmina, um segredo milenar dos guerreiros de Allaryia. Nos obscuros espaços das trevas, o Mal vai estendendo os seus múltiplos e mortíferos tentáculos. Há um perigo oculto do qual as gentes de Allaryia ainda não se aperceberam mas Pearnon, o escriba, pressente-o sem no entanto o poder transmitir.

Reencontramos Aewyre e os seus companheiros na cidade de Val-Oryth em Tanarch, a um passo do seu destino último: Asmodeon. Aí, Aewyre espera poder por fim descortinar o destino de seu pai Aezrel, o desaparecido campeão de Allaryia. O jovem príncipe e os seus companheiros aprofundaram entretanto os laços de amizade que os unem, mas não sem duros sacrifícios, dos quais resultaram feridas profundas que dificilmente sararão. Velhos inimigos regressam para atormentar o grupo, e nas sombras da própria Val-Oryth residem perigosos adversários que os companheiros desconhecem e que os submeterão a rudes provações. Não muito longe de Tanarch, as Marés Negras sobem uma vez mais, trazendo consigo memórias de um passado sombrio e pressagiando tempos conturbados para Allaryia e todos os seus habitantes. O mistério adensa-se, a adrenalina sobe e Filipe Faria conquista cada vez mais adeptos entusiastas.

Pearnon, o Escriba, continua a contar a história de um mundo que um dia foi seu, ao longo de incontáveis e conturbadas Eras desde a sua criação. No livro anterior, a dolorosa e sangrenta demanda que levou Aewyre Thoryn e os seus companheiros através de Allaryia, saldou-se numa pesada derrota, apesar de terem conseguido escorraçar os exércitos de Asmodeon, pois O Flagelo regressou das sombras. Agora que o pai de Aewyre morreu para salvar o próprio filho, este parte para a Cidadela da Lâmina, um inquietante local de segredos ocultos. O jovem príncipe terá de aprender a dominar a Essência da Lâmina, uma poderosa energia marcial, que partilha com Kror. Este é o quarto volume das Crónicas de Allaryia, de Filipe Faria, um jovem e promissor pioneiro da high fantasy portuguesa.

As Crônicas de Allaryia são já um clássico da high fantasy portuguesa, aproximando-se, com este quinto volume, do furioso clímax da odisseia iniciada cinco anos atrás. Neste novo capítulo das Crônicas de Allaryia, os companheiros que deram início a uma quase ingénua demanda n’ A Manopla de Karasthan estão separados, perdidos, desesperançados. Embora poucos o saibam, a esperança reside em Aewyre Thoryn, mas cada um dos companheiros terá um papel a desempenhar no vindouro conflito. Privados do poder da sua união, vêem-se confrontados com a iminente imersão de Allaryia nas trevas que todos já julgavam desbaratadas. Porém, Seltor, o precursor destas, aprendeu com os erros do passado e os seus propósitos não aparentam de todo ser o que dele se espera…

Os deuses estão mortos, e a sua queda deixa Allaryia à beira de uma espiral de desordem e destruição. As sementes dos planos d’O Flagelo germinam em segredo, e Aewyre Thoryn e os seus companheiros são os únicos que estão cientes da insidiosa ameaça, bem como os únicos em condições de combatê-la. Dá-se então início a uma desesperada corrida contra o tempo, enquanto servos renegados de Seltor conspiram para levarem a cabo a queda de Ul-Thoryn. Uma ameaça de tempos imemoriais acerca-se entretanto da Pérola do Sul, ameaçando cortar pela raiz a resistência contra O Flagelo. A norte, ventos gélidos prenunciam a guerra iminente e uivos nas serranias norrenas anunciam o despertar de um poder ancestral, que tanto poderá ser a salvação dos reinos humanos, como a sua ruína derradeira. O ponto de virada da Oitava Era, após o qual nada será como antes em Allaryia, e o penúltimo capítulo da saga, que neste sexto volume levanta a parada num inesquecível épico de ação e aventura.

~ por Izilthir em Quinta-feira, 7 \07\UTC Janeiro, 2010.

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