DragonLance


Hoje venho-vos falar de DragonLance, que é sem dúvida uma grande referência em termos de livros para os gamers que sejam fãs do estilo RPG, para todos os que tiveram a oportunidade de jogar Dungeons&Dragons em tabuleiro e para todos os que adorem livros de High Fantasy, muito ao estilo da literatura que o gigante Tolkien nos proporcionou e que nos trouxe franchises de sucesso como o Senhor dos Anéis.

O universo de DragonLance foi criado originalmente pela Laura e pelo Tracy Hickman, mas quem realmente elevou o conceito ao que temos hoje em dia foi uma parceria (em termos de escrita) entre o Tracy HickMan e a Margaret Weis.

O universo de DragonLance situa-se no mundo (fictício) de Krynn, cujo continente mais usado nas aventuras presentes nos livros é Ansalon.

O sistema de deuses criado para este universo, acabou por se tornar numa verdadeira referências para tanto livros como jogos, e consiste em 3 deuses, Paladine, o deus que representa o bem e a justiça; Gilean, que representa a neutralidade; e Takhisis, a deusa que representa o mal.

Takhisis, a deusa do mal

Este universo é rico em raças, apresentando as mais conhecidas como Humanos, Elfos, Anões, e claro está, Dragões, mas também outras menos conhecidas/usadas nos dias de hoje, como Kender, Gnomos, Minotauros e Draconians.

Em 1984, foi lançado o primeiro livro desta saga, Dragons of the Autumn Twilight, que marcou o início da trilogia Chronicles, que é a base da maior parte das restantes histórias e que portanto aconselho a ser a primeira trilogia a ler para quem ainda não teve contacto com DragonLance.

GiftSet da Trilogia Chronicles

O que provavelmente leva pouca gente a ter contacto com este universo é o facto de existirem poucas traduções para a nossa língua, ou pelo menos mesmo em lojas da especialidade elas são raras, pelo que poucas pessoas compram os livros por não gostarem de ler em inglês.

Sinceramente não compreendo, quem não domina bem o inglês, isto é uma grande oportunidade de o fazer, pelo menos eu em criança sempre tive facilidades com o inglês pelo gosto da leitura. Outro aspecto é que se perde sempre muito com traduções, sendo sempre melhor ler na língua original se o mesmo for possível, basta ver as machadas que os tradutores dão nos nomes e legendas de filmes para saber que a escolha certa é mesmo ler em inglês. Já para não falar o dinheiro que se poupa…

Espero que com este post tenha relembrado o pessoal da alegria que era ler DragonLance e de jogar os jogos que nele foram baseados, e que consiga deixar a vontade de ler estes livros às gerações que não cresceram com este universo… nem que seja para terem uma melhor noção de uma das grandes fontes de inspiração para os RPG’s de hoje.

~ por Izilthir em Quarta-feira, 30 \30\UTC Dezembro, 2009.

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