Top 5 – Melhor co-op em jogos retro


Para começar devo dizer que este top5 reflecte os jogos co-op que eu mais joguei em criança, portanto por um lado é normal que faltem aqui títulos de peso e que regularmente aparecem neste tipo de tops e por outro podem não concordar com a ordenação que dei a estes 5 títulos.

Portanto sintam-se a vontade de criticar as minhas escolhas e de apresentar as vossas sob a forma de comentário, todos ficamos a ganhar, e quem sabe a nostalgia bate à porta e vamos todos revisitar alguns velhos clássicos.

Bem, sem mais atrasos aqui fica o meu Top 5 de melhor co-op em jogos retro:

5 – Streets of Rage

Quem nunca teve o prazer de jogar Streets of Rage? Embora este jogo seja o que menos necessita de uma cooperação real quando se joga a 2 pessoas, ele é claramente um dos que potencia mais coboiada… desde o andarem à pancada um ao outro, a lançarem uma faca na direcção do inimigo quando o vosso parceiro decide se colocar no caminho só para ir à ganância acabar com ele primeiro para somar mais pontos no ranking. Pois é, dependendo muito da maneira com que jogam este jogo, ele pode variar desde uma cooperação genuína a uma competição aguerrida em que não se importam de dar a bela da facadinha nas costas.

A história é simples, e resume-se a 3 ex-polícias terem que fazer frente a um sindicato de crime que abusa do seu poder e polícias corruptos para fazer o que quer das ruas da cidade.

As personagens à escolha são as seguintes:

  • Adam Hunter, um ex-polícia especialista em pugilismo: cuja característica principal é o facto de ser mais lento que os restantes personagens, apresenta um bom poder de ataque e salto
  • Alex Stone, um ex-polícia experiente em artes marciais: detentor do pior poder de salto de entre os 3, ele apresenta uma boa combinação de velocidade e ataque
  • Blaze Fielding, uma ex-polícia especialista em judo: detentora do melhor salto e velocidade, peca apenas por ser mais fraca em termos de poderio ofensivo

4 – Golden Axe

Este jogo foi lançado para muitas plataformas, mas onde ele ganhou fama e onde eu justamente tive o prazer de o jogar foi na velhinha consola da Sega: a Mega Drive.

Este jogo relata uma luta épica contra as forças de Death Adder, vilão que raptou o rei e a princessa do reino, e que nos compete agora resgatar. Para o efeito podiamos escolher entre 3 personagens:

  • Gilius Thunderhead, um anão que enverga um machado poderoso: forte em ataques normais mas fraco em magia
  • Ax Battler, um bárbaro que rechaça os seus inimigos fazendo uso de uma enorme broadsword: personagem balanceada em termos de ataque e magia
  • Tyris Flare, uma amazona que utiliza uma longsword com a qual não vão querer brincar: bastante fraca em ataques mas é de longe a mais forte em magia

Embora o jogo apresente um single-player bastante apelativo, o seu ponto forte é a possibilidade de se juntarem a um amigo e começar a vossa viagem deixando para trás um caminho de corpos. As estratégias de como abordar o jogo em co-op variam, mas a mais inteligente passa por usar ou o anão ou o bárbaro como escudo, deixando a amazona coleccionar magia para usar nos momentos oportunos.

Este jogo proporcionou-me horas e horas de diversão, e apenas não está melhor posicionado no top porque mesmo jogando em co-op os jogadores possuem demasiada liberdade para serem individualistas, havendo apenas algumas zonas do mapa em que é estritamente necessária uma cooperação verdadeira.

3 – Metal Slug

Este é provavelmente o jogo mais popular presente neste top, mesmo sem serem gamers de longa data todos conhecem este título porque ele veio claramente para ficar. De sequela em sequela ele vai acumulando cada vez mais fãs e têm presença garantida nas consolas da actualidade.

E porquê o sucesso desta franchise? Acção non-stop e modo co-op bastante apelativo. Este é provavelmente o jogo mais divertido para se fazer rush nos mapas, onde colocamos a nossa vida nas mãos do parceiro para que um inimigo que surja do nada não nos leve uma preciosa vida… o pessoal que jogava isto nas arcadas bem o sabe… era concentração ao rubro para aproveitar ao máximo a moedinha que lá colocamos.

O que ajuda ainda mais a festa é o facto do jogo estar repleto de powerups de armas, o que ainda deita mais combustível sobre a fogueira que a acção sem parar cria… e melhor, o bónus de resgate de prisioneiros é perdido caso percam uma vida, por isso jogar hardcore para o score máximo implica muita concentração e dedicação ao jogo, mesmo jogando individualmente.

2 – Contra

Este jogo, a par do Super Mario Bros, foi a principal razão para o mau estado em que os comandos da minha Famicon se encontram. Foram horas e horas de vício, e com tanto carregar de botão o resultado é um óbvio desgaste dos mesmos, embora sempre tenha tido cuidado com a consola e acessórios.

Bons velhos tempos em que as consolas eram feitas para durar, e que tirando os putos que em ataques de fúria mandavam tudo o que tinham nas mãos quando perdiam, apenas o desgaste natural do uso excessivo acabava por levar a melhor.

A história do jogo é simples, somos commandos e estamos numa missão para eliminar uma organização terrorista, Red Falcon, que planeia uma invasão alienígena à Terra.

Em semelhança ao Metal Slug, este jogo prima pela acção sem parar e powerups de armas, mas também lhe temos que acrescentar uma boa longevidade e variedade de inimigos e cenários. A dificuldade do jogo também foi sempre muito discutida, existindo muita gente que dependia de códigos para conseguir avançar no jogo. A verdade é simples, neste jogo qualquer falha de concentração significa morte… piscaste o olho? ups, estás morto. Tentar passar este jogo em rush é um desafio incrível, e o mais provável e perderem todas as vidas e continues nos primeiros stages.

Se nunca jogaram este jogo, e se são fãs de co-ops desafiantes, peguem num amigo e vão ver as horas passar.

1 – Zombies ate my neighbors

E agora a minha polémica escolha… em top1 coloco o Zombies ate my neighbors!

Este jogo têm simplesmente tudo, muita acção (embora bastante menos que os 2 anteriores), cooperação entre os jogadores obrigatória, grande longevidade, bom desafio, variedade de armas e simplesmente um genial sentido de humor que nos proporciona grandes gargalhadas e um sorriso na cara do princípio ao fim.

Embora este título também tivesse disponível para a Mega Drive (que foi a consola 16 bits que tive), onde o joguei horas sem fio foi na SNES de uma amiga minha. Foram dias a fio onde eu e os meus amigos nos escapulíamos para casa dela para jogar este viciante jogo… quase que se tornou uma dependência nessa altura.

Este é daqueles títulos que atingiram tal notoriedade que ainda hoje incontáveis fãs fazem petições para que seja feito um remake do mesmo para as consolas de nova geração.

A história do jogo é simples… houve um derrame de uma substância química qualquer ao pé de um cemitério que teve o efeito de trazer os mortos de volta à vida… sob a forma de Zombies obviamente.

Ao longo do jogo temos o dever de salvar todos os nossos vizinhos que sobreviveram a este apocalypse, e somos confrontados com uma panóplia de inimigos que não querem perder essa refeição… Os vizinhos a salvar variam desde bebés a cheerleaders (Save the cheerleader save the world), e cada qual dá um bónus diferente em termos de ranking. Também existe uma grande variedade de cenários, que tornam os níveis únicos e que permitem um tempo de jogo prolongado sem que o mesmo se torne enfadonho.

Zombies!!!

~ por Izilthir em Domingo, 20 \20\UTC Dezembro, 2009.

2 Respostas to “Top 5 – Melhor co-op em jogos retro”

  1. acho que podia encaixar Toejam & Earl 1 ae

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